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BANCOOP
ESCLARECE INFORMAÇÕES ERRADAS DA EDIÇÃO DA REVISTA “VEJA”DE 17.03.2010
(VEICULADA EM 13.03.2010) A
investigação conduzida pelo promotor José Carlos Blat foi iniciada em 2007 e
até agora não houve qualquer oferecimento de denúncia. Além disso, nem a
BANCOOP (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo), nem seus
dirigentes foram ouvidos em qualquer momento da investigação. Na
quinta-feira (11/3), o Juiz de Direito Carlos Eduardo Lora Franco, do
Departamento de Inquéritos Policiais e Corregedoria da Polícia Judiciária da
Capital (DIPO), negou os pedidos do promotor José Carlos Blat para que o Banco
Central bloqueasse as contas correntes, poupança, fundos de investimentos e
outras aplicações financeiras da BANCOOP. Também exigiu que o Ministério Público
apontasse os indícios que o levaram a pedir a quebra de sigilo de diretores da
cooperativa. (leia
a íntegra da decisão) Nesta
semana, sem citar a referida decisão, a revista “Veja” volta ao assunto. No
entanto, mais uma vez deixou de procurar a Diretoria da BANCOOP para redigir sua
matéria, o que poderia ter afastado a revista do caminho da divulgação de
informações erradas sobre a atuação da BANCOOP. 1.
Os membros da Direção da cooperativa atuaram, sempre, estritamente dentro dos
parâmetros de transparência e rigor no tratamento das contas da BANCOOP. 2.
Todas as contas da BANCOOP são auditadas pela empresa independente Terco Grant
Thornton, especializada no mercado imobiliário. 3.
A “Veja” sugere que há saques em dinheiro, por meio de cheques, cujos
destinos são desconhecidos. A BANCOOP informa que os cheques referem-se ao
pagamento de obrigações e de serviços prestados à cooperativa. E reafirma: há
uma intensa movimentação bancária entre contas da própria BANCOOP, já que
cada empreendimento da cooperativa, por força inclusive do Acordo Judicial
celebrado com o Ministério Público, tem conta bancária específica, sendo
necessária a transferência de recursos utilizados para o custeio das
respectivas obras. 4.
Os pagamentos que a BANCOOP efetuou para a empresa Caso tratam-se de serviços
de segurança patrimonial regularmente contratados, desde 2005, para todos os
empreendimentos da cooperativa. 5.
A BANCOOP jamais efetuou doações a partidos ou campanhas eleitorais. A
BANCOOP segue à disposição dos cooperados, das autoridades competentes e da
imprensa para prestar informações sobre as atividades da cooperativa. Diretoria da BANCOOP (13 de março de 2010)
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